terça-feira, novembro 20, 2007

Broncas

Acredito que todo ser humano, eu, inclusive, funciona a broncas, a chamadas de atenção, e não a elogios. Ninguém vai fazer algo cansativo, chato e etc, por causa de elogios, e sim por causa de cobranças e broncas.
Afinal, elogios acomoda, todos pensam: "Se já tá bom, pra que vou melhor?". Já a bronca. Ah! A bronca, mexe com os brios. Todos queremos provar que chato que nos da bronca está errado. Aí que está o segredo de tal chato. Ele nos desafia, e só o desafio nos movimenta.

Academia
Finalmente voltei a fazer atividades físicas. Sabe que isso é muito bom? Treinar todo dia nos deixa feliz, dispostos e com fome, muita fome. Só fiquei dolorido o primeiro dia, os outros dias não doeu nada, minha estrutura a Aline(de vários instrutores), falou que é normal, depende da fisiologia de cada um.
Ainda estou tentando lembrar o nome dos aparelhos e exercícios que eu faço. Aos poucos eu lembro.
Para quem está em São Carlos, vá treinar na Rush, tenho certeza que será bem orientado.

Carta
Agradecer os Seu Ruy, graças a ele tenho minha carta de motorista. Nunca vi eu levar tanta bronca assim, mas funcionou. Tirei carta, mas isso faz tempo. Graças as broncas do Seu Ruy

quarta-feira, novembro 07, 2007

Amar não é nada fácil

Por que nos ensinaram o amor desse jeito? Essa coisa idealizada, borboletas no estômago (já pensaram q borboletas é um inseto que se alimente, de entre outras coisas, urina?), frio na barriga, amor perfeito. E por acaso algo é perfeito? Se nós não somos perfeitos, o amor também não é.

Nunca esperei o amor, sempre fui atrás, tentei construi-lo, mas como um castelo de cartas, se desmancha na menor brisa; nos resta tentar construir de novo.

Sempre que amei, nunca foram aqueles pessoas que eu idealizara, alias, nunca imaginei que eu ia ama-las. Mas amei, sofri (porque no amor, sempre um tem q sofrer? Será o amor masoquista?), lutei, conquistei, e numa vez... perdi

Amor é assim, você acha que está tudo indo bem, de repente aquela cartinha debaixo cai. Ou o objecto do amor, por sentir-se tão seguro esquece também de retribuir. Sei disso, por que na vez que perdi, fui eu que esqueci de retribuir. É confesso. Eu, sem perceber, deixei o amor escapar.

Afinal, ninguém ama sem retribuição indefinitivamente (não estou dizendo amar de volta, mas sim, aquele reforço positivo); aprendi isso sentindo na pele. Aprendi também que quem é amado se acomoda, e tanto, que acaba se perdendo na sua confortável posição. Aí quando vê, o amor não está mais lá.

E adianta correr atrás depois que ele sumiu?

Enfim, escolher amar é viver numa peleja eterna. Tão mais fácil ser amado, pena que tão raro; Talvez tenha jogado fora minha chance.

Mas enfim, não busco ser amado, e sim, ser feliz ao lado de quem amo!